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Orelhas
Orelhas - Procedimentos - Clnica Lopes Ferraz - Olmpia-SP

Orelha em Abano tem solução?
Orelha em abano é o mais comum de todos os defeitos da formação da orelha. Pode ser notado ao nascimento da criança e normalmente torna-se pior com o passar do tempo. A maioria dos artifícios caseiros para resolver o problema; como uso de bonés, fitas compressivas, cola superadesiva entre outros, não renderão bons resultados. Anatomicamente, a orelha em abano é caracterizada por apresentar um afastamento maior do crânio, principalmente notado em uma visão posterior, devido a uma concha (estrutura em forma de concha que une a orelha ao crânio) muito grande, aumentando dessa forma o ângulo entre a orelha e o crânio que normalmente deveria ser entre 20 e 30 graus. Nesses casos, ocorre também um apagamento das estruturas de dobras presentes no pavilhão auricular; resultantes de dobras nas cartilagens presentes nesse local, melhor observadas em uma visão de perfil.

Devemos lembrar que o crescimento da orelha está praticamente completo por volta dos 7 anos de idade. Qualquer crescimento após pode ser considerado insignificante. Há algumas mudanças, como crescimento do lóbulo (onde está presente o furo do brinco), porém as alterações da estrutura cartilaginosa são desprezíveis. Com o início das atividades escolares, a criança passa a ter maior convivência social, aumentando, assim, a possibilidade de desenvolver algum trauma psicológico. Nessa época os colegas fazem brincadeiras com a criança, chamando-a por apelidos como “Dumbo” ou outros personagens cômicos. Consequentemente, a melhor época para realizar a cirurgia é a partir dos 5 anos de idade quando os problemas emocionais ainda não atingiram seu clímax, e os distúrbios de comportamento, devido às brincadeiras podem ser evitados.

A cirurgia plástica para correção de orelhas em abano é chamada de otoplastia. Consiste em uma retirada do excesso de concha, que trará a orelha para mais próximo do crânio e a confecção de dobras nas cartilagens apagadas através do uso de fios e pontos especiais. É uma cirurgia relativamente rápida, a cicatriz fica posicionada; camuflada no sulco retroauricular (atrás da orelha), os pontos são retirados com 14 dias e deverá ser utilizada uma faixa estabilizadora no pós-operatório. Esta é uma cirurgia que traz satisfação e qualidade de vida ao operado.

Orifício alargado em lóbulo de orelha devido à brinco
O uso de brincos em nossa sociedade é um fator determinante de feminilidade, tanto que já ao nascer os bebês do sexo feminino ganham um par de brincos. Para muitas mulheres o significado da utilização de brincos vai muito além de um simples adereço de beleza; reflete sua personalidade. Porém com o uso de brincos muito grandes e pesados, a pele por não ser uma estrutura de sustentação, e sim de revestimento, vai perdendo sua força e cedendo; consequentemente, o orifício no lóbulo da orelha se alarga. O que muitas mulheres não sabem, é que não há a necessidade de esperar que o lóbulo da orelha rasgue para que então seja realizada uma cirurgia plástica de correção. Quando o orifício estiver alargado; e a paciente por conta disto estiver deixando de usar alguns modelos de brinco e perdendo outros, poderá ser realizada uma pequena cirurgia para fechamento desse orifício.

Procedimento cirúrgico rápido, onde, após preparo adequado, as bordas desse orifício são suturadas. Realizado em regime ambulatorial, podendo a paciente retornar às suas atividades logo após o término do procedimento. A anestesia é local. No período pós–operatório são utilizados apenas uma fita microporosa no local operado e analgésicos e antibióticos de rotina. Após o período de cicatrização a paciente poderá furar novamente seus lóbulos de orelha e voltar a usar brincos.

Um brinco rasgou minha orelha. Tem como arrumar esse defeito?
Tem como corrigir esse defeito sim. Em nossa cultura, a utilização de adornos corporais; principalmente o brinco, tem grande significado na caracterização da sexualidade e feminilidade da mulher. Já ao nascer o bebê do sexo feminino ganha um par de brinquinhos. O fato é que uma vez que a pele é órgão de cobertura e não de sustentação, é muito comum que essa não suporte o peso do brinco vindo a ceder e alargar o orifício do brinco ou bifurcar o lóbulo da orelha. Há também o caso de utilização de brinco de argola que pode enroscar em objetos ou ser tracionados por crianças pequenas, resultando também em danos ao lóbulo.

Uma vez alargado o orifício ou bifurcado o lóbulo, a região ferida irá cicatrizar e permanecer com essa nova forma para sempre, a não ser que seja submetida à procedimento cirúrgico para sua correção. Existem várias técnicas e inúmeras táticas cirúrgicas para se corrigir esses defeitos e todas elas buscam a reconstrução do lóbulo da orelha através da retirada da cobertura epitelial (da pele) da cicatriz, reavivando seus bordos e com a utilização de pontos especiais internos ou até o uso de retalhos em casos selecionados.

Dessa maneira são alcançados ótimos resultados do ponto de vista estético nessas reconstruções e a satisfação da paciente com o procedimento é sempre elevada. Cabe lembrar, que deve ser aguardado um prazo de 2 meses para que ocorra a adequada cicatrização do local, para que só então seja perfurado um novo orifício de brinco.